Círculo Empático para Pais e Mães

A proposta do Círculo Empático é criar um espaço seguro de partilhas, nutrido de confiança e apoio mútuo através da prática da Escuta Empática.

A Escuta Empática é uma maneira de escutar, profundamente atenta e conectada com os nossos sentimentos e necessidades e com os sentimentos e necessidades dos outros.

A Escuta Empática é uma atitude ativa que suspende os julgamentos para conectar-se com o que é dito.

A Escuta Empática é a base das práticas da Comunicação Não-Violenta (CNV).

Próximas datas

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Participação Livre

Todos podem participar e não há pré-requisitos para esta atividade.

Importante:

O Círculo Empático não é um grupo terapêutico.

Algum conhecimentos básicos de Comunicação Não-Violenta serão transmitidos no início do Círculo Empático.

Qual é o valor?

O valor é um convite à Contribuição Consciente.

Durante o encontro, abre-se um mecanismo para que cada um possa dar a quantia que quiser em total privacidade.

Cada um escolhe o valor de acordo com sua avaliação a respeito da qualidade, dos benefícios obtidos e de sua condição financeira atual.

Princípios para a prática nos Círculos Empáticos

Presença

Cultivar a atenção no momento presente. Observe como está o seu corpo, as suas emoções, os seus pensamentos e os seus sentimentos.


Sigilo

A proposta do Círculo Empático é criar um espaço seguro de partilhas, nutrido de confiança e apoio mútuo. Pensando nisso, pedimos a colaboração de todos para criar este espaço seguro, mantendo o sigilo sobre o que for compartilhado no grupo.


Escuta Empática

É importante que a escuta oferecida neste espaço tenha a real intenção de conexão consigo mesmo e com o outro. Pode acontecer desta escuta, em algum momento, nos tocar internamente… Tome consciência e volte-se para o outro. Esteja presente nesta escuta. E, para permitir que o outro continue a fluir na sua expressão, é importante NÃO aconselhar.


Aconselhar

Aconselhar não é aconselhável. O conselho pode ser recebido como uma interrupção do falar, um bloqueio que tira a oportunidade do outro se expressar livremente.


Competir pelo sofrimento

Por mais que tenha vivido algo semelhante ou ainda mais doloroso, é importante respeitar o momento de expressão do outro.


Educar

Por mais que se saiba um pouco mais sobre este assunto ou tenha recentemente tido contato com algum conteúdo que pudesse contribuir, neste momento é importante que se continue a escutar o que o outro tem a dizer.


Consolar

Por mais que o outro esteja sofrendo e se pretenda aliviar a dor, é importante não entrar no consolo.


Contar uma História

É comum lembrarmos de algo que já aconteceu conosco ou com outra pessoa. E, por mais interessante, coincidente ou inspiradora que seja esta história, e importante lembrar que este é o momento de expressão do outro.


Acabar com a escuta ou mudar de assunto

Por mais doloroso ou desconfortante que seja permanecer nesta conversa para você ou para o outro, é importante manter-se nesta escuta empática, sem cobranças do que falar ou com pressa de encerrar o assunto.

As 4 componentes da Comunicação Não-Violenta

A CNV baseia-se em 4 componentes básicos traçados por Marshall Rosenberg que são:

Observação

As ações concretas que estamos observando e que afetam nosso bem-estar. Procure descrever o que observa, suspenda julgamentos e avaliações.


Sentimentos

Como nos sentimos em relação ao que estamos observando. Identifique e responsabilize-se pelos seus sentimentos. Analise se de facto está a sentir o que identificou ou se são pensamentos sobre o sentimentos.


Necessidades

As necessidades são valores e anseios que estão gerando nossos sentimentos. Busque identificar suas necessidades explícitas e implícita estando, também, atento às necessidades alheias.


Pedido

As ações concretas que pedimos para enriquecer nossa vida. Esteja aberto a perceber as possibilidades de satisfação das necessidades com pedidos para si, para o outro e para terceiros. É importante praticar a elaboração de pedidos diversos: de conexão, de ação, de busca por compreensão, permitindo experimentar várias possibilidades de se aprofundar nesta conexão consigo, com o outro e com o todo.

Celebração

Celebrar o que veio!

A celebração pontua, marca e valida a experiência vivida. Qualquer que tenha sido sua experiência, celebre-a.

E agradeça às pessoas que estiveram com você nesta prática, a lhe apoiar com presença.